O cooperativismo brasileiro lançou, na noite desta terça-feira (17), em Brasília, a Agenda Institucional do Cooperativismo 2026, com  as principais propostas do setor para fortalecer o ambiente de negócios das cooperativas e ampliar sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social do país.


Elaborada a partir das demandas das cooperativas de diferentes ramos e regiões, a Agenda é o principal instrumento de interlocução do movimento com os Três Poderes. O documento reúne prioridades do movimento e reflete os desafios e oportunidades enfrentados pelo setor em um cenário de transformações econômicas e regulatórias.

 

O lançamento foi realizado pelo Sistema OCB e reuniu parlamentares, representantes do Executivo e do Judiciário, além de lideranças cooperativistas de todo o Brasil. A mesa de abertura contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas; da presidente executiva Tania Zanella; do deputado federal Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); da senadora Tereza Cristina (MS), vice presidente da Frencoop no Senado; e de Jorge Meza, representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil.

 

Ao apresentar o documento, o presidente Márcio destacou o caráter técnico e coletivo da construção da Agenda. Segundo ele, o conteúdo reflete diretamente as necessidades trazidas pelas cooperativas. “A Agenda é construída a partir daquilo que as cooperativas vivem no dia a dia. Ela reúne prioridades que envolvem o Legislativo, o Executivo e o Judiciário, sempre com propostas possíveis, que orientem as decisões públicas e contribuam para melhorar o ambiente de atuação das cooperativas”, afirmou.

 

A edição de 2026 reflete um momento estratégico para a atuação institucional do cooperativismo. Marcado pelo calendário pré-eleitoral e por debates relevantes no ambiente regulatório, o setor deverá concentrar esforços em pautas consideradas prioritárias, buscando consolidar avanços e evitar retrocessos.

 

Entre os temas acompanhados no âmbito do Poder Executivo está a regulamentação da Reforma Tributária, especialmente no que diz respeito à preservação do tratamento adequado ao ato cooperativo no novo sistema tributário nacional. A medida é considerada essencial para garantir segurança jurídica e competitividade às cooperativas.

 

 

Fonte: Sistema OCB